Por que investir em seguro residencial?

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The house in human hands

Por que investir em seguro residencial?

Especialista dá dicas aos que desejam proteger o patrimônio imobiliário
A casa própria é um dos maiores investimentos feitos por algumas famílias, mas muitas delas esquecem ou desconhecem a importância de contratar um seguro residencial. Para entender melhor sobre o assunto, o sócio fundador da San Martin Corretora de Seguros, Carlos Alexandre Gomes, explica que além dos gastos para compra do imóvel, também é preciso somar despesas com reformas, manutenção de eletrodomésticos, móveis e potenciais acidentes que possam acontecer, para decidir qual melhor seguro contratar e proteger o patrimônio em questão.

Devido ao grande número de acidentes de trânsito e furtos, muitas pessoas optam em efetuar apenas o seguro do automóvel. Mas o que elas não sabem é que o custo médio de um seguro residencial é mais barato se comparado ao automotivo. “Alto custo é uma das justificativas de consumidores que não conhecem a importância de investir em um serviço que visa proteger sua casa/apartamento e os bens que possuem nele. Mas isso é um mito. Para se ter ideia, a taxa de seguro de um automóvel varia de 5% a 15%, enquanto a taxa anual de um seguro residencial varia de 0,8% a 1,0% sobre o valor do imóvel”, explica Carlos Alexandre Gomes.

Para decidir qual cobertura se adequa mais a necessidade do cliente, um dos fatores a serem analisados seria a quais riscos o imóvel está exposto, já que existem diferentes tipos de coberturas. Os planos de seguro residenciais possuem cobertura principal para danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás de uso doméstico e suas consequências, que englobam desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de vítimas salvas, despesas com combate ao fogo, salvamento e retirada de entulho do local.

Mas também existem outras opções de acordo com as prioridades dos proprietários, como as que indenizam danos causados por incêndios provocados por explosão de aparelhos ou substâncias de qualquer natureza, terremoto, queimadas em zona rural, vendaval, impacto de veículos, queda de aeronave, danos elétricos, alagamentos, entre outras. “É importante ressaltar que alguns bens não são indenizados pelo seguro, como pedras e metais preciosos, obras e objetos de arte em geral, joias, raridades, manuscritos, plantas, projetos, papel-moeda, selos, cheques, papéis de crédito, livros de contabilidade e bens de terceiros. Para isso existe outro tipo de seguro”, revela Gomes.

Um facilitador aos que contratam o seguro residencial é a assistência domiciliar para chamadas emergenciais. Neste caso, sempre que necessário a seguradora envia um profissional especializado para efetuar reparos elétricos, hidráulicos, para desentupimento, limpeza de calhas, substituição de telhas e serviços de chaveiro, por exemplo. Dessa forma, o segurado conta com a comodidade de ter um profissional 24 horas por dia para efetuar o atendimento no domicílio, graças ao seguro contratado. “O que muitos não sabem é que alguns seguros realizam a cobertura de situações inusitadas, como o vazamento de água de um banheiro que compromete o imóvel do vizinho, ou até mesmo se o cachorro morder o carteiro”, explica sócio fundador da San Martin Corretora de Seguros, Carlos Alexandre Gomes.

Caso seja preciso acionar o seguro, basta contatar a seguradora, que irá enviar um técnico para efetuar a perícia. Neste caso, o cliente não deve providenciar reparos antes que esta ação seja concluída. Além disso, vale a pena comparar o custo de reparo ou reposição com o da franquia estabelecida, antes de realizar o chamado. A ausência de sinistros também favorece o segurado, já que as empresas podem oferecer descontos de até 30% na renovação do contrato.

Fonte Administradores

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